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d&b audiotechnik D12

Como conectar o D12 ao R1, verificar o barramento CAN e distinguir as saídas em 2-Way Active. Inclui os requisitos de SenseDrive com J8 e uma ficha para registrar verificações antes do evento.

Modelo e alcance

Fabricante
d&b audiotechnik
Modelo deste guia
d&b audiotechnik D12

Este guia trata do amplificador D12. Confira o modelo do rack, o setup da caixa e as conexões; confirme a disponibilidade para a data do evento.

Perguntas e diagnóstico

O D12 tem portas Remote RJ45: posso conectá-las ao switch Ethernet para usar o R1?

Não. Remote transporta CAN-Bus/RIB. Para controlar o D12 pelo R1, a d&b indica uma interface R60 USB para CAN ou R70 Ethernet para CAN; um switch Ethernet não substitui essa interface.

Com R60, o percurso é computador → USB → R60 → CAN → D12. Com R70, é computador → Ethernet → LAN do R70 → CAN → D12. Se houver switch Ethernet, ele pertence ao trecho LAN anterior ao R70. Os dois conectores CAN do R70 estão em paralelo.

No trecho CAN, use cabos blindados e conectores RJ45 metálicos com a blindagem conectada nas duas pontas. Um cabo encaixar na porta não confirma a blindagem nem o protocolo dessa porta.

  1. Identifique a interface real, a versão do R1 e o firmware do rack. Trace separadamente o controle e o sinal de áudio: Remote não é uma entrada de áudio.
  2. Se a interface for R70, confira se o Ethernet chega a LAN e os D12 chegam a CAN. Compare IP e sub-rede configurados com o computador; não copie um endereço padrão sem verificar a rede existente.
  3. Compare os amplificadores que aparecem no R1 com o plano e seus identificadores. Se faltar apenas uma parte, siga a verificação do barramento CAN abaixo. Se nenhum aparecer, confira primeiro alimentação, conexão e identificação da interface.
  4. Se o modelo da interface não estiver identificado, interrompa a conexão e procure sua documentação. Não conecte Remote diretamente ao switch para testar.
Em 2-Way Active, OUT A e OUT B são duas mixagens independentes?

Não. Os dois canais alimentam as vias do sistema ativo; o setup é selecionado em A, e seu sinal e ajustes ficam vinculados a B. OUT A/B não representam duas mixagens independentes nesse modo.

Antes de reatribuir uma saída, compare o modo selecionado com o patch e o cabeamento. Para LINE/ARC, siga a ficha J8 e o modelo exato da caixa.

Com J8 e D12, um adaptador NL4–EP5 basta para ter SenseDrive?

O adaptador sozinho não basta. O manual J8/J12 exige EP5 e cabeamento de cinco condutores para SenseDrive; pelo menos uma caixa deve estar conectada a OUT A do D12. O condutor adicional, pino 5 do EP5, devolve ao amplificador uma referência da via LF para compensar o cabo.

A TI 340 inclui uma seção para instalações fixas. Seu alcance não autoriza fabricar uma adaptação para J8.

  1. Identifique a variante da caixa e as saídas do D12. Confira todo o percurso EP5 e seus cinco condutores, não apenas a carcaça do adaptador.
  2. Com o amplificador desligado e o cabo desconectado nas duas pontas, verifique o condutor de sense e o restante do mapa antes de reconectar. Não faça uma ponte no rack para simular a referência que deve vir da caixa.
  3. Para NL8, as tabelas publicadas mostram um contato de sense, mas o texto de conexão exige EP5. Confirme essa combinação com a d&b antes de conectar: a diferença entre tabela e texto continua sem esclarecimento.
O R1 detecta alguns D12, mas outros não aparecem: o que verificar no barramento CAN?

Compare a ordem física dos amplificadores com a lista do R1 e localize o primeiro equipamento ausente. Confira também os dbCAN-ID: cada nó deve ter um identificador único em toda a rede, não apenas dentro de seu rack.

O barramento precisa de terminação de 120 Ω nas duas extremidades. Com R70 numa extremidade e apenas um conector CAN usado, ative TERMINATE e termine a extremidade oposta. Se o R70 estiver no meio e usar os dois conectores CAN, deixe a terminação da interface desligada e termine as duas extremidades distantes. Não adicione um terminador de plugue ao R70 se sua terminação interna já estiver ativada.

  1. Salve o projeto e anote dbCAN-ID, ordem do cabeamento, terminadores e equipamentos detectados antes de modificar algo. Se houver IDs repetidos, confira e corrija a atribuição local conforme o plano, preservando a anterior para poder restaurá-la.
  2. Inspecione o cabo entre o último D12 detectado e o primeiro ausente, seus conectores e a blindagem das duas pontas. Confira também topologia e ambas as terminações; o ponto em que faltam equipamentos orienta a busca, mas não prova defeito nesse amplificador.
  3. Se usar R70, anote seus indicadores. ERR aceso indica Bus off; ERR piscando indica erro CAN. LAN piscando rápido confirma conexão Ethernet ativa, mas não comunicação com todos os D12. Compare os demais estados com a tabela desta página.
  4. Como teste fora da operação do evento, verifique um trecho curto com um cabo conferido. Se encurtar o barramento, mantenha a terminação correta nas duas novas extremidades. Anote quais equipamentos reaparecem e reconecte os trechos um a um; compare o resultado após cada mudança.
  5. Restaure o percurso e a configuração documentados ao encerrar o teste. Se a falha continuar, conserve mapa, estados e mensagens para inspecionar o trecho ou equipamento isolado. Não faça um RESET de fábrica do R70 às cegas: ele restabelece a configuração, inclusive a rede.
O R70 tem enlace Ethernet, mas o R1 não encontra os D12. Como verificar o endereço IP?

Separe a verificação em dois trechos: computador–R70 por Ethernet e R70–D12 por CAN. O indicador LAN piscando rapidamente mostra um enlace Ethernet ativo; ainda é preciso confirmar o acesso à interface e a detecção dos amplificadores.

  1. Anote os endereços IP e as máscaras do computador e do R70, e se a rede usa DHCP. O endereço de fábrica do R70 é 192.168.1.70, com DHCP habilitado; não suponha que ele continue usando esse endereço em uma rede com servidor DHCP. Cada dispositivo precisa de um IP próprio.
  2. Com DHCP, localize o endereço atribuído ao R70 na lista de concessões do servidor ou na descoberta de interfaces da sua versão do R1. Abra esse IP no navegador. Se a interface web carregar, o acesso ao R70 está funcionando; prossiga com CAN e os dbCAN-IDs.
  3. Sem DHCP, confira a sub-rede e evite endereços duplicados. Para uma conexão direta com um R70 que mantém o endereço de fábrica, o manual usa 192.168.1.71 e máscara 255.255.255.0 no computador. É um exemplo para essa conexão, não um endereço para copiar na rede do evento.
  4. Se for preciso adaptar o R70 a uma rede sem DHCP, salve primeiro os valores atuais. Na interface web, LAN Parameters permite desativar Obtain an IP address automatically e preencher Host Name, IP Address e Subnet Mask. O manual pede Save e Device Restart: programe a alteração fora da operação, pois a reinicialização interrompe a sessão de controle. Depois acesse o novo IP.
  5. Se a interface web responder, mas o R1 não detectar o R70, confira a interface de rede selecionada e as regras do firewall. O manual 1.4 indica UDP 33333 fixo e TCP 30000 ajustável; verifique a porta realmente configurada e a documentação da versão instalada do R1. Não é necessário desativar todo o firewall para conferir uma regra.
  6. Se o R1 detectar o R70, mas faltarem D12, continue com a verificação de CAN nesta página. Registre cada mudança e restaure os valores salvos se o teste não justificar mantê-la. Não comece por Factory Default: essa função também altera a configuração de rede.
Com J8 e D12, o ArrayCalc precisa do R70? Quais informações passam para o R1?

Você pode preparar o projeto no ArrayCalc sem conectar um R70. O ArrayCalc calcula o sistema a partir dos dados do projeto; o R1 usa esse arquivo para organizar o controle. O R70 conecta a rede Ethernet do computador ao barramento CAN dos D12. O áudio segue outro percurso até as entradas do amplificador.

Controlar um D12 pelo R1 não acrescenta ArrayProcessing ao amplificador. A TI 385, edição 10.4, documenta J Series com D12, 30D e D80, mas ArrayProcessing com D80 e 30D. Para J8 com D12, prepare LINE/ARC conforme o projeto; não tente transferir uma configuração AP para corrigir uma diferença de cobertura.

  1. Trabalhe em uma cópia do projeto. Preencha modelos e ordem das caixas, geometria, amplificadores, atribuição de canais e Remote IDs antes de preparar o arquivo para o R1. Anote as versões dos dois programas e o firmware; um modelo com equipamentos ou IDs diferentes precisa ser adaptado.
  2. Abra no R1 o arquivo preparado a partir do ArrayCalc e compare caixas, amplificadores, IDs e grupos com o plano. A preparação Offline permite organizar controles sem os amplificadores conectados. Dispositivos desenhados no projeto não comprovam presença na rede.
  3. Durante a preparação, confira a correspondência com os D12 físicos antes de enviar ajustes. A função Wink do R1 faz o display do amplificador piscar e ajuda na identificação. Se não for o rack previsto, corrija a atribuição antes de alterar níveis, filtros ou MUTE.
  4. Confira separadamente a detecção de controle, o patch de áudio e o sinal em cada destino, com o setup correto e em nível de teste. Se o R1 enxergar os amplificadores, mas não houver áudio de programa, siga o sinal desde a console ou o processador; o R70 não transporta áudio.
  5. Se a montagem diferir do projeto, atualize o desenho e salve outra versão. Mantenha o arquivo e os valores iniciais para poder retornar ao estado documentado. A simulação e a lista de dispositivos não substituem a verificação do sistema montado.

Por onde chega o controle ao D12

TI 312, edição 1.5 en, §10 pp.4–5 e §15 p.6. Requisitos oficiais do R1. Escolha o percurso conforme a interface identificada.
InterfaceTrecho do computadorTrecho dos amplificadores
R60USB → R60R60 CAN → Remote D12
R70Ethernet → LAN R70; switch apenas no trecho LANR70 CAN → Remote D12

O que indica o R70 e o que falta verificar

R70 Hardware 1.4 EN, §2.2.2 p.11. Estados específicos do R70; não os aplique a outra interface.
IndicadorEstado no manualComo continuar
ONApagado: equipamento desligado. Aceso: estado OK. Piscando: inicializando.Confira alimentação e anote se a inicialização termina.
LANApagado: sem conexão Ethernet ativa. Piscando rápido: conexão ativa.Confira o trecho LAN. Depois compare IP/sub-rede e detecção no R1.
ERRApagado: sem erro. Aceso: Bus off. Piscando: erro CAN.Confira barramento, blindagem e terminação antes de testar novamente.
CANApagado: sem transferência CAN. Aceso: operacional. Piscando lento: parado. Piscando: mensagem CAN recebida por Ethernet ativo.Compare com a lista de amplificadores: o indicador sozinho não confirma todos os nós.

O papel de cada parte do sistema J8/D12

Separe planejamento, controle remoto e sinal de áudio antes de procurar a falha.
ParteFunçãoO que não comprova sozinha
ArrayCalcProjeto e predição; dados do sistema usados pelo R1.Que caixas e patch físicos correspondem ao projeto.
R1Controle e supervisão dos amplificadores; preparação Offline.Que um dispositivo do projeto está conectado ou recebe áudio.
R70Interface Ethernet para CAN no controle dos D12.Sinal nas entradas de áudio.
Entradas de áudio do D12Recebem o sinal analógico ou AES/EBU previsto no patch.Que as atribuições de controle remoto e projeto estão corretas.

Verificações antes do evento

Antes do show, compare o plano com o controle conectado e anote os D12 que aparecem no R1. Registre interface, versões, dbCAN-ID e terminação sem preencher resultados antecipadamente.

Reserve uma janela de teste para mudar cabeamento ou isolar trechos. Anote cada mudança, seu resultado e o estado final; recuperar a detecção delimita a falha, mas ainda exige verificar o percurso completo.

Baixar ficha de teste em branco

Registro de amplificação e cabeamento J8 (em espanhol)

Registrar IP, projeto e correspondência dos D12

Documentação técnica

Identifique interface, versões do R1 e firmware e rack real antes de aplicar uma configuração. Confirme qual interface faz parte do sistema antes de escolher o percurso de controle.

O comprimento permitido do barramento depende do cabo e da quantidade de nós. Para um percurso completo, confira a tabela da TI 312 §6 p.3; não trate um comprimento máximo como válido para qualquer montagem.

Com J8 e NL8, a diferença entre o contato de sense das tabelas e a exigência de EP5 do texto continua pendente de esclarecimento pela d&b.

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