Produção · Guia prático
Intercom em locais de eventos: zonas sem cobertura e roaming entre bases
Se a direção ouve bem no controle, mas perde um operador de câmera ao entrar em outra sala, anote onde acontece e qual unidade ele leva. Percurso, quantidade de usuários e troca de base exigem verificações diferentes.
Localize o corte antes de mover as bases
Marque controle, palco, acessos e salas anexas na planta. Peça ao operador que indique onde deixa de ouvir e se a direção ainda o ouve. Anote se o problema aparece ao caminhar, parar ou quando mais usuários se reúnem.
Repita uma frase e sua resposta junto à base. Se também falhar ali, revise primeiro papéis, grupos e permissão para falar. Essa comparação ajuda a separar uma conversa mal configurada de um problema dependente da localização.
Guarde modelo completo e versão de cada base e headset. Dois equipamentos com nomes parecidos podem admitir conexões e trocas de base diferentes. Fotografe também qual porta cada cabo usa; uma etiqueta RJ45 sozinha não descreve a função daquela conexão.
| O que você observa | O que registrar | Teste proposto |
|---|---|---|
| Falha mesmo perto da base | Unidade, grupo, TALK/MUTE e escuta em cada sentido | Comparar uma conversa com outro posto identificado |
| Corta em um ponto do percurso | Local, sentido do deslocamento, base e usuários presentes | Repetir o mesmo trecho na ida e na volta |
| Falha quando a equipe se reúne | Quantidade simultânea e conexões por antena | Repetir no mesmo local acrescentando usuários um a um |
Dois hubs conectados não comprovam cobertura contínua
No ensaio, confira duas coisas separadamente: conversar entre postos das duas bases e um operador preservar essa conversa ao se deslocar entre as zonas. Um resultado favorável no primeiro teste deixa o segundo pendente.
Roaming Hub: revise cascata, papéis e sequência de inicialização
O manual Hollyland Roaming Hub V1.0, EN-14 distingue cascata IP para ampliar postos e roaming de cascata 4-wire para ampliar postos. Pede pelo menos dois metros entre hubs. É uma instrução para aquele modelo; não transforma uma base C1 Pro convencional em Roaming Hub.
Para dois Roaming Hubs por IP, siga EN-15/17: ligue bases e headsets, mantenha os headsets ligados e confira a conexão às respectivas bases antes de conectá-las por RJ45 1/2 (LAN). Depois escolha Master/Remote Switch, uma base Master e outra Remote; na Remote, Scan e seleção do Master pelo IP. O manual pede DHCP OFF antes de atribuir esses papéis.
Registre o estado anterior da rede e o diagrama escolhido antes de mudar. Teste voz e percurso após configurar a cascata. Se Scan não mostrar o Master ou o percurso continuar cortando, guarde versões, conexões e resultados para o suporte; repetir pareamentos sem essas informações dificulta comparar o que mudou.
Um switch altera o alcance das instruções da Hollyland
A nota oficial V2.0.7.12 de 20/12/2024 admite um switch de rede geral com até dois hubs por sistema, mas alerta que se perde o roaming sem interrupção e aumenta o tempo de troca entre bases. Isso não garante que uma ordem da direção chegue completa na passagem entre salas.
A FAQ sobre roaming por IP informa que não funciona por switch ou equipamento de fibra, sem indicar firmware. Os documentos não expressam o mesmo alcance. Para V2.0.7.12, preservamos a condição da nota; para outra versão ou caminho com fibra, ainda é preciso confirmar com a Hollyland o comportamento da combinação exata.
O portal atual de firmware, consultado em 11/10/2026, também oferece V2.0.7.24, de 18/08/2026, e declara compatibilidade com C1 Air. Não apresentamos isso como correção do roaming por switch: aquela página não confirma esse ponto. As versões publicadas também não indicam qual firmware está nas suas unidades.
Peça diagrama e compatibilidade ao fornecedor antes do ensaio. Meça qualquer silêncio ao trocar de base, com uma pessoa falando e outra respondendo. Se uma entrada de câmera precisar chegar naquele trecho, combine com a direção como operá-la enquanto o corte é resolvido. Não atualize durante o evento; a Hollyland pede evitar esse momento para intervir no firmware.
| Documento | Modelo ou versão | Alcance que podemos usar |
|---|---|---|
| Manual V1.0, EN-14/17 | Solidcom C1 Pro – Roaming Hub | Cascata IP e sequência para duas bases; 4-wire amplia postos |
| Nota de 20/12/2024 | V2.0.7.12 | Switch geral: até dois hubs, troca mais lenta e sem roaming contínuo |
| FAQ sem firmware indicado | Roaming por IP | Exclui switch/fibra; confirmar alcance se diferir da nota |
| Portal de 18/08/2026 | V2.0.7.24 | Declara compatibilidade C1 Air; comportamento por switch não conferido aqui |
STRIDE: conte conexões na zona onde a equipe se reúne
O manual STRIDE, Technical specifications → Wireless limita cada antena a cinco clientes simultâneos. A página do produto confirma esse número. Um sistema com várias antenas também precisa revisar quantas pessoas coincidem em cada local.
O guia oficial Wireless Guidance, Green-GO DECT Access Points declara para STRIDE até cem beltpacks e 250 antenas. É o alcance publicado da plataforma; cada antena continua limitada a cinco conexões e é necessário conferir a disponibilidade RF em cada zona.
Como conta preliminar, seis usuários simultâneos superam as cinco conexões de uma única STRIDE. Duas antenas somam até dez conexões agregadas; isso não demonstra que ambas cobrem aquele local nem que existe conexão livre ao caminhar até lá. Marque onde a produção se reúne e repita o teste com essa ocupação.
Conte também os postos que passam pela zona. Um operador de câmera chegando ao palco enquanto a equipe espera uma entrada acrescenta demanda naquele momento. Registre a maior coincidência prevista, além da quantidade total de beltpacks solicitados.
Em Control, Wireless → Home, observe ocupação e estado PTP das antenas, bateria e RF dos beltpacks. Anote esses dados quando cada operador chega. Se houver várias antenas no local, mas os usuários se concentrarem perto de uma, a capacidade total do pool não descreve o que acontece ali.
STRIDE: confira rede e pool antes do percurso
O guia STRIDE, Preparations exige Green-GO Control, antenas STRIDE e beltpacks WBPX/WBPXSP a partir de 5.1.0, além de switches entre antenas que suportem PTPv2 (IEEE 1588-2008) com configuração adequada. São requisitos mínimos, não uma orientação para instalar essa versão.
O manual, Setup a Stride wireless system indica a mesma configuração de sistema e conexão de rede entre antenas para Join Pool. As antenas não entram no pool por rádio. Revise esses dados antes de criar outro pool. Create Pool substitui a configuração DECT e fecha conexões; Clear também as interrompe.
Anote modelo, firmware, portas e configuração do switch que conecta as antenas. Fornecer PoE e ter link não comprova a sincronização exigida. Se não puder identificar esse trecho, mantenha pendente antes de prometer continuidade entre salas.
Uma reconexão lenta exige evidências do equipamento real
Para STRIDE, Monitor Your System e Troubleshooting permitem revisar o estado PTP e relacionam cortes na troca de antena com sincronização ruim ou perda de alimentação. Em Control, conexão → PTP, salve o gráfico e o horário do corte; a aba aparece ao detectar uma STRIDE. Compare também alimentação e cabeamento. O diagnóstico deste guia se limita a STRIDE. Para outro kit, é preciso sua identificação e documentação.
Durante o ensaio proposto, faça um percurso com conversa contínua e outro com pausas para conferir se o posto volta a responder. Anote horário do silêncio, recuperação audível, antena, ocupação e sentido do deslocamento. Se reiniciar uma unidade, registre primeiro o que observou e compare depois; não considere a causa resolvida apenas porque o link voltou.
Deixe uma ficha de cobertura para a operação
Use a ficha de cobertura e troca de base. Está vazia: os resultados são preenchidos por quem realiza o ensaio. Inclui unidades, versões, zonas, usuários simultâneos, rede e conversas nos dois sentidos.
Preserve os trechos não testados e o motivo. Se uma zona ainda depender de suporte ou de uma versão a confirmar, combine o plano de continuidade com a direção. Relacione os percursos com as câmeras do evento e com os acessos liberados pelo local.
Para coordenar a montagem, envie à GLMedia a ficha e a planta. O serviço de produção e coordenação técnica permite preparar as conversas e o ensaio com os equipamentos previstos. Disponibilidade e cobertura ainda precisam ser conferidas para cada evento.
| Trecho proposto | Usuários simultâneos | Base e versão | Voz nos dois sentidos | Corte e recuperação |
|---|---|---|---|---|
| Controle → palco | Preencher | Preencher | Não testado | Não medido |
| Palco → sala anexa | Preencher | Preencher | Não testado | Não medido |
| Acesso → controle | Preencher | Preencher | Não testado | Não medido |
STRIDE: se vários beltpacks caírem, registre PTP junto com o corte
Se vários beltpacks perderem áudio ao mesmo tempo, anote quais unidades deixam de ouvir e se os postos cabeados continuam conversando. Uma queda simultânea exige revisar os elementos compartilhados. Preserve o estado antes de reiniciar: IP visível e antena ligada não mostram como estava o relógio durante o silêncio.
Para observar, abra Green-GO Control, visualização de conexão → PTP, após detectar uma STRIDE. O guia, PTPv2 Connection Status mostra os últimos 60 segundos e expressa o offset em microssegundos (μs). Registre o gráfico no momento do corte, antenas visíveis, relógio escolhido e horário; se esperar, esse trecho sai da janela.
Observe também o logo acima da tela: o manual STRIDE, The DECT status indicator distingue verde fixo (relógio sincronizado), verde piscando (Discovery Mode) e vermelho fixo (PTPv2 No Sync). O LED inferior informa rede e configuração, outra verificação. A tela E-Ink pode manter dados quando desligada; não a use sozinha para confirmar alimentação.
Como ensaio, compare voz com os operadores parados e no mesmo percurso de ida e volta. Se o silêncio coincidir com perda de sincronização, revise o caminho de rede e preserve essa coincidência para o suporte. Se PTP permanecer estável, continue com ocupação por antena, cobertura e estado de cada posto. Nenhum desses resultados foi medido aqui.
| Gráfico PTP de Control | Leitura do fabricante | O que registrar no ensaio |
|---|---|---|
| Verde: até ±1 μs | Good sync | Comparar com o horário do silêncio e o estado de cada antena |
| Amarelo: desvio entre 1 e 2 μs | Critical sync | Distinguir pico isolado de desvios repetidos; anotar troca de relógio |
| Vermelho: desvio superior a 2 μs | Unsync | Salvar o trecho e revisar switches e configuração do caminho |
Switch para STRIDE: confira modelo, sistema e portas
O guia STRIDE, Network Setup pede PTPv2 corretamente configurado em todos os switches entre antenas. Os exemplos seguintes têm documentação por modelo. A lista reúne verificações do fabricante; ainda é preciso ensaiar a topologia real do evento.
No SW6, o manual, Status LED → Port LEDs informa que laranja na porta, na visualização normal de link, corresponde a 10/100 Mbps. STRIDE tem conexão EtherCON 10/100: essa cor pode ser esperada. Não confunda com vermelho de falha. Revise também o orçamento PoE total de 90 W do SW6 para todas as cargas conectadas.
O SW6 também tem um alerta sobre PTPv1 (Dante): não suporta essa sincronização. Se o switch compartilhar uma rede de áudio, confira esse projeto separadamente com o guia de relógio Dante. Esta verificação de STRIDE não valida os demais equipamentos.
Para CRS328-24P-4S+RM, anote se iniciou RouterOS ou SwOS: o manual do equipamento, Configuration documenta os dois sistemas. A orientação STRIDE citada corresponde a RouterOS. No manual PTP de RouterOS, Supported devices e Configure PTP, confira a restrição de portas e a atribuição de interfaces ao perfil. Ter um uplink SFP+ disponível não o torna uma porta PTP suportada nesse modelo.
Desenhe todo o caminho entre antenas, incluindo uplinks e switches do local. Se houver VLAN ou IGMP snooping, peça ao responsável pela rede que confira também a passagem de PTP nessa configuração. Prepare alterações fora da operação, com backup e forma de voltar ao estado anterior; não cole uma configuração de exemplo no switch do show.
| Modelo exato | Referência consultada | PTP documentado | Alcance a conferir |
|---|---|---|---|
| Green-GO SW6 | Manual atualizado 10/04/2026; guia STRIDE 15/07/2026 | PTPv2 E2E Transparent Clock; guia sem configuração adicional | Portas do caminho, alimentação e gráfico; PoE total 90 W |
| MikroTik CRS328-24P-4S+RM | Guia STRIDE: RouterOS 7.20.4 ou posterior; manual RouterOS consultado: 7.26 | Orientação Green-GO: Boundary Clock, perfil AES67 e delay mode e2e | PTP apenas em RJ45 Ethernet; registrar RouterOS real e portas do perfil |
| Switch sem modelo documentado | Identificar versão e configuração antes do ensaio | Não conferido para aquela montagem | Identificar antes de transferir a orientação do CRS328 |
STRIDE: preserve domínio e relógio antes de mudar prioridades
O guia Green-GO PTPv2 documenta o perfil AES67 e os valores padrão Domain 0 e Priority2 128. As antenas que precisam sincronizar exigem o mesmo domínio. Esse perfil é usado para relógio; a Green-GO esclarece que seu áudio não usa AES67. Não considere isso compatibilidade de áudio com outra console.
Registre domínio, prioridades e relógio escolhido por cada antena antes do ensaio. Se diferirem, compare o projeto previsto e a configuração salva com o responsável pelo sistema. Mudar números até aparecer verde deixa sem explicação o que corrigiu o problema.
O mesmo guia alerta que conectar um relógio de maior prioridade pode interromper conexões DECT. Reduzir Priority2 aumenta sua preferência, mas a escolha considera outros atributos do relógio. Prepare qualquer alteração com os equipamentos presentes no evento e compare depois sincronização e conversa.
O fabricante inclui Load Defaults em Troubleshooting. Essa operação sobrescreve os parâmetros PTP personalizados. Antes de usar, salve os valores e confira se havia domínios separados por projeto; reserve a intervenção para a preparação, com possibilidade de restituir.
Use a ficha de STRIDE, PTP e switch para registrar estados, cortes e alterações uma por vez. Está vazia. Anexe à planta de cobertura para que produção e coordenação técnica possam preparar o percurso e as pendências com a operação.
WBPX: confira a resposta, além de ouvir a direção
Teste primeiro uma conversa perto da antena com um posto cabeado identificado: a direção fala, o operador repete a mensagem e a direção confirma que ouviu a resposta. Preserve grupo, TALK/MUTE e unidades usados. Se falhar ali, revise papéis e permissão para falar antes de atribuir ao percurso.
O guia RF, Interference Challenges in High-RF Environments descreve que um WBPX pode continuar recebendo enquanto a antena perde seu sinal de retorno. É uma possibilidade documentada; ouvir bem não confirma comunicação nos dois sentidos nem identifica uma fonte de interferência.
No percurso proposto, repita a mesma conversa em acessos, palco e salas anexas. Anote separadamente voz recebida e resposta ouvida no controle, junto com antena, RF, ocupação e horário. Se PTP continuar estável e falhar apenas um sentido, preserve a evidência e compare a localização; se voltar ao se aproximar, registre também onde recuperou. Esse ensaio não foi realizado aqui.
| O que acontece | O que comparar | O que ainda precisa ser conferido |
|---|---|---|
| Não há resposta mesmo perto da antena | Unidades, grupo e TALK/MUTE com posto cabeado identificado | Configuração, áudio e link dessas unidades |
| O operador ouve, mas o controle não ouve sua resposta | Mesma conversa perto e no ponto de falha | RF de retorno e demais estados; a escuta sozinha não comprova ida e volta |
| Falha quando a equipe se reúne | Usuários por antena e RF antes/depois | Capacidade local e condições do espaço ocupado |
Posição das antenas: diferencie WAA de STRIDE
O manual WAA Antenna X distingue OTA, sem roaming, de X-Pool para até sete antenas. Não transfira um teste com esse equipamento para STRIDE. O guia RF, Roaming descreve para WAA em X-Pool uma desconexão e reconexão de cerca de 5–10 segundos; para STRIDE pede alguma sobreposição entre zonas e sincronização PTPv2.
O mesmo guia, Antenna placement e RF Blockers, recomenda visada direta quando possível e pelo menos dois metros entre antenas. Paredes, metal e pessoas podem afetar o sinal. Use essas orientações como ponto de partida; não fornecem uma distância de cobertura garantida para o local.
Marque na planta a passagem entre bases e a posição da antena, com portas, estruturas e ocupação prevista. Compare voz nos dois sentidos na zona de transição. Em STRIDE, registre qual antena atende o beltpack antes e depois, junto com PTP e conexões ocupadas.
Se propuser mover uma antena, faça na preparação e repita o trecho que falhava sem mudar ao mesmo tempo grupo ou quantidade de usuários. Preserve também o resultado anterior. Um percurso com a sala vazia deixa pendente a verificação em condições parecidas com as do evento.
STRIDE Monitor: prepare a varredura do ambiente RF
Em Control, Wireless → Access points → Access point settings, selecione a STRIDE e abra EDIT ou dê duplo clique. Operational mode distingue Normal de Monitor. O fabricante alerta que passar para Monitor interrompe a operação normal, desconecta os dispositivos atuais e retira a antena do pool. Não use em uma antena que atende postos durante o show.
Prepare a varredura fora da operação ou com uma STRIDE dedicada. Registre quais antenas continuam atendendo usuários e qual cobertura/capacidade permanece disponível. Ao terminar, confira modo, participação no pool e conversas antes de devolver o sistema à operação; fechar a janela não restaura o serviço sozinho.
Em Wireless → Monitor, escolha no menu a antena configurada para a varredura. Sem selecionar nenhuma, a visualização mostra apenas dispositivos conectados a STRIDE; não equivale a varrer o ambiente. A leitura corresponde à localização física da antena escolhida.
Salve captura, localização, horário e equipamentos ligados no local. History permite média entre 10 e 120 segundos; anote o intervalo usado para comparar capturas. Relacione a grade com o silêncio registrado e a conversa; um slot vermelho indica o estado interpretado por Control, não a identidade do equipamento que interfere.
Preencha a ficha STRIDE de cobertura, ocupação e varredura. Está vazia e preserva os setores não testados. Entregue com a planta à produção e coordenação técnica para preparar o ensaio e o plano de continuidade.
| Cor em Monitor | Estado do manual | Leitura para o registro |
|---|---|---|
| Sem cor | Free | Control considera o slot livre nessa observação |
| Laranja | Re-usable | RF de fonte desconhecida/não sincronizada; poderia ser reutilizada |
| Vermelho | Blocked | Control considera o slot não utilizável por beltpacks Green-GO |
| Verde | Device | Slot ocupado por um beltpack; registrar a unidade exibida |
| Violeta | Dummy | Informação de antena para descoberta; não é uma falha por si só |
Perguntas frequentes
Dois hubs se reconhecerem confirma que um headset pode passar de um para o outro?
Ainda é preciso testar o percurso com voz nos dois sentidos. Registre modelo, firmware e tipo de cascata; o link entre bases e a troca de base do headset são verificações distintas.
O que reviso antes de ampliar a cobertura de Solidcom C1?
Identifique variante C1 ou C1 Pro, uso de hub, firmware e zonas do local. Desenhe o percurso e teste voz nos dois sentidos nos pontos sem cobertura antes de escolher equipamentos adicionais.
A cascata 4-wire do Roaming Hub habilita roaming?
O manual V1.0, EN-14, descreve essa cascata para ampliar postos. Para roaming, documenta cascata IP. Escolha o esquema do modelo exato e confira a passagem entre zonas com conversa.
V2.0.7.12 permite usar dois Roaming Hubs por um switch?
A nota oficial admite, com troca mais lenta entre bases e sem roaming contínuo. Esse alcance não confirma o comportamento de V2.0.7.24 nem de um caminho com fibra.
Uma antena STRIDE atende cem beltpacks ao mesmo tempo?
Não. STRIDE admite cinco clientes simultâneos por antena. O guia oficial declara até cem beltpacks e 250 antenas para a plataforma; esse limite não garante cem conversas sem fio no mesmo lugar. Confira cobertura, ocupação de cada antena e espectro disponível com os usuários previstos.
Um switch PoE basta para roaming entre antenas STRIDE?
Confira também suporte e configuração de PTPv2 no trecho entre antenas. Guarde modelo, firmware e topologia. Antenas ligadas e link ativo não comprovam essa sincronização.
Posso criar outro pool STRIDE para recuperar áudio durante o show?
Create Pool substitui a configuração DECT e fecha as conexões existentes; Clear também as interrompe. Revise configuração e pool antes de intervir e reserve mudanças para uma etapa de preparação e ensaio.
Como confiro a reconexão de Green-GO STRIDE?
Percorra os pontos de perda de áudio e registre quando a conversa corta e volta. Anote alimentação, rede, PTP e ocupação das antenas para comparar cada passagem.
PoE e IP estáveis descartam um problema de relógio em STRIDE?
Não. Preserve esses dados e compare com PTP em Green-GO Control no horário do corte.
O que observo no gráfico PTP de STRIDE se o intercom corta?
O offset está em μs e a janela mostra 60 segundos: verde até ±1 μs, amarelo entre 1 e 2 μs, vermelho acima de 2 μs. Salve o trecho durante o silêncio e anote antena e relógio escolhido. Um pico isolado não explica sozinho um corte; compare também link, alimentação e voz.
O logo verde piscando de STRIDE confirma sincronização estável?
Indica Discovery Mode. O manual identifica verde fixo como PTPv2 Sync OK e vermelho fixo como PTPv2 No Sync. Observe também o LED inferior de rede/configuração; são indicadores de estados diferentes.
Laranja na porta SW6 significa que STRIDE conectou em uma velocidade incorreta?
Na visualização normal de link do SW6, laranja significa 10/100 Mbps. STRIDE tem porta EtherCON 10/100, portanto pode ser o estado esperado. Se houver corte, registre também PTP e PoE; não troque o cabo apenas por essa cor.
Posso usar o SFP+ do CRS328-24P-4S+RM no caminho PTP de STRIDE?
As referências consultadas limitam PTP às portas RJ45 Ethernet desse modelo. A orientação Green-GO pede RouterOS 7.20.4 ou posterior, perfil AES67 e e2e. Revise todos os trechos e as interfaces atribuídas ao perfil; não extrapole para outro MikroTik nem SwOS.
Convém carregar defaults PTP ou reduzir Priority2 enquanto STRIDE está em uso?
Primeiro salve domínio, prioridades e relógio escolhido. Load Defaults sobrescreve parâmetros personalizados e uma troca de relógio pode interromper DECT. Prepare a correção fora da operação conforme o projeto da rede; depois compare gráfico e conversas. O padrão documentado é Domain 0 e Priority2 128.
Ouvir a direção por um WBPX confirma que minha resposta chega ao controle?
Teste a resposta com um posto cabeado identificado e repita a conversa perto da antena e no ponto de falha. O fabricante documenta possíveis problemas de retorno RF enquanto o beltpack continua recebendo. Revise também grupo e TALK/MUTE; a escuta sozinha não demonstra comunicação nos dois sentidos.
A posição que funcionava com WAA serve da mesma forma para STRIDE?
Revise modelo e tipo de pool. WAA em OTA não faz roaming; X-Pool permite troca com uma interrupção documentada de cerca de 5–10 segundos. Para STRIDE, o guia recomenda sobreposição de cobertura e PTPv2. Repita o percurso com os equipamentos que usará.
Um teste de intercom com o local vazio valida o evento com público?
Deixa pendente a condição com público e a montagem concluída. Registre ocupação, portas, estruturas e equipamentos ligados; depois compare o mesmo trecho e a conversa nos dois sentidos. Se não puder repetir, indique essa condição não testada na entrega.
Posso colocar em Monitor uma STRIDE que atende beltpacks?
O fabricante informa que essa mudança interrompe a operação normal, desconecta os dispositivos atuais e retira a antena do pool. Prepare a varredura fora da operação ou com uma antena dedicada e confira a cobertura e capacidade restantes.
A grade Monitor mostra o ambiente RF se eu não selecionar uma antena STRIDE?
Sem uma antena em Monitor selecionada, a documentação informa que só mostra os dispositivos conectados a STRIDE. Para varrer, escolha no menu uma antena configurada para essa tarefa. Salve localização, horário e intervalo History junto com a captura.
Um slot vermelho em STRIDE Monitor identifica qual equipamento causa o corte?
Vermelho significa Blocked: Control detecta níveis DECT de uma fonte desconhecida ou não sincronizada e considera o slot não utilizável. Esse estado não identifica a fonte nem confirma a causa do silêncio. Compare a captura com horário, localização, ocupação e conversa do ensaio.
Fontes e manuais
- Hollyland — Roaming Hub User Manual V1.0, Cascade Connection EN-14/17
- Hollyland — nota histórica V2.0.7.12, 20/12/2024: switch e handover
- Hollyland — portal atual, V2.0.7.24, 18/08/2026; compatibilidade declarada
- Hollyland — FAQ sobre roaming IP, sem versão indicada
- Green-GO — manual STRIDE, atualização 03/07/2026: Wireless e Setup
- Green-GO — Stride Setup Guide, atualização 15/07/2026: Preparations, Monitor e Troubleshooting
- Green-GO — STRIDE, capacidade por antena
- Green-GO — PTPv2 Guidance, revisão 16/12/2024: perfil, domínios e relógio
- Green-GO — SW6, revisão 10/04/2026: PTPv2 E2E, indicadores e PoE
- MikroTik — CRS328-24P-4S+RM: Configuration e portas do modelo
- MikroTik — RouterOS Manual 7.26: Precision Time Protocol e Supported devices
- Green-GO — Wireless Guidance, revisão 15/07/2026: STRIDE, capacidade, posição e retorno RF
- Green-GO — Wireless Control, revisão 05/08/2026: Home, Monitor e Access point settings
- Green-GO — WAA Antenna X, revisão 03/07/2026: OTA e X-Pool